terça-feira, outubro 17, 2006
segunda-feira, outubro 16, 2006
Estudo encomendado pelo ministro António Costa
Sabia que...
Sabia que as horas perdidas nas idas a tribunal custam três milhões de euros à PSP? E que há viaturas da GNR que têm de fazer 200 quilómetros para serem assistidas?

A PSP pode gastar, só em idas de agentes seus a tribunal como testemunhas, 225.337 horas por ano. Isto equivale às horas de trabalho de 155 agentes e custa cerca de 3 milhões de euros em salários;Os militares da GNR chegam a ter de percorrer 200 quilómetros para substituir uma peça de automóvel, o que reflecte a enorme dispersão de serviços;
A GNR tem 16 suplementos salariais e a PSP, 17. Nesta última corporação são necessários 120 elementos para os processar nas folhas salariais;
Para entrar para a GNR é exigido apenas o 9º ano, enquanto na PSP as habilitações mínimas de ingresso são o 11º ano. Esta discrepância tem efeitos a nível de comandos: um posto da GNR pode ser comandado por um cabo com o 9º ano, enquanto que na PSP uma esquadra só pode ser comandada por um oficial licenciado;
Para entrar para a GNR é exigido apenas o 9º ano, enquanto na PSP as habilitações mínimas de ingresso são o 11º ano. Esta discrepância tem efeitos a nível de comandos: um posto da GNR pode ser comandado por um cabo com o 9º ano, enquanto que na PSP uma esquadra só pode ser comandada por um oficial licenciado;
A PSP e a GNR gastam 4 milhões de folhas de papel/ano em processos de multas, ocupando 104 pessoas polícias na secretaria. Custam 2,3 milhões de euros em salários desperdiça-se a sua formação policial, orçada em 1,4 milhões.
Estas informações constam de um estudo sobre a racionalização da PSP e da GNR, encomendado pelo ministro António Costa, a que o EXPRESSO teve acesso.
sexta-feira, outubro 13, 2006
Patriotismo
Lembro com alguma nostalgia o dia em que os portugueses saíram à rua vestidos de branco, chamando a atenção do mundo para a situação em Timor-Leste. Confesso a minha insensibilidade em relação à causa timorense (que os últimos acontecimentos parecem, uma vez mais, justificar). O que me tocou foi a capacidade - que até aí desconhecia - do povo português se mobilizar em redor de uma causa, de lutar por algo, de pugnar pelo que o imaginário colectivo via como "o bem", no caso ameaçado por um mal com sotaque indonésio. Anos depois, Luís Felipe Scolari usou essa característica dos portugueses e para gerar uma onda de apoio à selecção nacional de futebol. Os portugueses ficaram felizes, porque ganharam uma nova causa. E até confundiram o apoio à selecção com patriotismo - género "quem não põe bandeira na janela, não é português". Apoiar 11 homens atrás de uma bola em nome de Portugal até pode ser patriotismo. Mas o patriotismo não se esgota por aí - e por ser utilizado para causas muito mais produtivas do que rir ou chorar, de acordo com o que mostra o marcador ao fim de 90 minutos. O patriotismo pode, por exemplo, ser usado para pagar na mesma moeda às multinacionais que viram costas ao país. Não querem ficar cá? Então nós também não queremos os produtos que vocês vão fabricar noutro país qualquer.Paulo Camacho
quinta-feira, outubro 12, 2006
quarta-feira, outubro 11, 2006
terça-feira, outubro 10, 2006
E depois queixem-se (ver aqui).
"O ministério da Agricultura revelou que a suspensão de apoios a projectos de limpeza das florestas se deve ao excesso de candidaturas."
"O ministério da Agricultura revelou que a suspensão de apoios a projectos de limpeza das florestas se deve ao excesso de candidaturas."
O Cartão do cidadão...
Aí está uma das poucas medidas boas do executivo (eheheh).O Conselho de Ministros aprovou, na sexta-feira, a Proposta de Lei que cria o Cartão do Cidadão. Este documento substitui o bilhete de identidade e os cartões de contribuinte, de eleitor, de saúde e da Segurança Social.
Como documento físico, permite ao cidadão identificar-se presencialmente de forma segura.
Como documento físico, permite ao cidadão identificar-se presencialmente de forma segura.
Como documento tecnológico, permite-lhe identificar-se perante serviços informatizados e autenticar documentos electrónicos.
O Cartão do Cidadão é um projecto dinamizador da modernização da Administração Pública.
Na sua dimensão agregadora, junta num só documento as chaves indispensáveis ao relacionamento rápido e eficaz dos cidadãos com diferentes serviços públicos.
O Cartão do Cidadão é um projecto amigo do desenvolvimento tecnológico.
Na sua vertente digital, promove o desenvolvimento das transacções electrónica dando-lhes a segurança da autenticação forte e da assinatura electrónica.
Do ponto de vista físico, o cartão do cidadão terá um formato «smart card» e substituirá os actuais bilhete de identidade, cartão do contribuinte, cartão de beneficiário da Segurança Social, cartão de eleitor e cartão de utente do Serviço Nacional de Saúde.
Do ponto de vista visual, o cartão exibirá, na frente, a fotografia e os elementos de identificação civil. No verso, terá os números de identificação dos diferentes organismos cujos cartões agrega e substitui, uma zona de leitura óptica e o chip.
Do ponto de vista físico, o cartão do cidadão terá um formato «smart card» e substituirá os actuais bilhete de identidade, cartão do contribuinte, cartão de beneficiário da Segurança Social, cartão de eleitor e cartão de utente do Serviço Nacional de Saúde.
Do ponto de vista visual, o cartão exibirá, na frente, a fotografia e os elementos de identificação civil. No verso, terá os números de identificação dos diferentes organismos cujos cartões agrega e substitui, uma zona de leitura óptica e o chip.
Do ponto de vista electrónico, terá um chip de contacto, com certificados digitais (para autenticação e assinatura electrónica), podendo ainda ter a mesma informação do cartão físico, completada por outros dados, designadamente a morada.
segunda-feira, outubro 09, 2006
A tomada de posse...
"Assume Vossa Excelência, Senhor Juiz-Conselheiro Fernando Pinto Monteiro, as responsabilidades do cargo de Procurador-Geral da República num tempo particularmente exigente para todo o nosso sistema de Justiça.Ainda que por vezes de forma exagerada, instalou-se um sentimento de crise em torno das instituições judiciárias (...) a justiça adquire uma verdadeira dimensão estratégica, cabendo-lhe uma missão estabilizadora e geradora de confiança junto dos cidadãos.
Assim sendo, não pode a justiça deixar de constituir uma prioridade nas preocupações de todos os órgãos de soberania. Logo no início do meu mandato, defini, como um dos desafios cruciais do nosso futuro, a existência de um entendimento político alargado para a criação das condições necessárias ao reforço da credibilidade e eficiência do sistema de justiça.
(...)
Senhor Procurador-Geral da República
É neste quadro complexo de mudança de paradigma e de reformas na Justiça que Vossa Excelência vai dirigir o Ministério Público, como magistratura autónoma e responsável, em primeira linha, pelo exercício da acção penal, havendo que assegurar, em nome dos princípios que enformam o Estado de Direito, a independência e a isenção na investigação criminal. Sendo a lei igual para todos, a todos deve ser igualmente aplicada.
Saberá, Vossa Excelência, transmitir ao País a segurança de um Ministério Público a um tempo empenhado na defesa da legalidade e eficaz nas suas funções, que se espera sejam exercidas com a exigência e com a responsabilidade de Estado que recomenda discrição na acção e visibilidade nos resultados.
(...)
Por último, quero, em especial, manifestar ao Senhor Dr. José Souto de Moura o público reconhecimento do Estado português pela dedicação, dignidade e independência com que, como Magistrado distinto, exerceu as funções de Procurador-Geral da República, num período particularmente difícil e complexo da justiça portuguesa."
Assim sendo, não pode a justiça deixar de constituir uma prioridade nas preocupações de todos os órgãos de soberania. Logo no início do meu mandato, defini, como um dos desafios cruciais do nosso futuro, a existência de um entendimento político alargado para a criação das condições necessárias ao reforço da credibilidade e eficiência do sistema de justiça.
(...)
Senhor Procurador-Geral da República
É neste quadro complexo de mudança de paradigma e de reformas na Justiça que Vossa Excelência vai dirigir o Ministério Público, como magistratura autónoma e responsável, em primeira linha, pelo exercício da acção penal, havendo que assegurar, em nome dos princípios que enformam o Estado de Direito, a independência e a isenção na investigação criminal. Sendo a lei igual para todos, a todos deve ser igualmente aplicada.
Saberá, Vossa Excelência, transmitir ao País a segurança de um Ministério Público a um tempo empenhado na defesa da legalidade e eficaz nas suas funções, que se espera sejam exercidas com a exigência e com a responsabilidade de Estado que recomenda discrição na acção e visibilidade nos resultados.
(...)
Por último, quero, em especial, manifestar ao Senhor Dr. José Souto de Moura o público reconhecimento do Estado português pela dedicação, dignidade e independência com que, como Magistrado distinto, exerceu as funções de Procurador-Geral da República, num período particularmente difícil e complexo da justiça portuguesa."
Presidente da República
Aníbal Cavaco Silva
Aníbal Cavaco Silva
Resultados
Juncalense 0-Meirinhas 2
Biblioteca 3-Alq.Serra 2
GRAP/Pousos 0-Guiense 1
Pataiense 4-F.Vinhos 4
Marrazes 1-Boavista 0
Beneditense 2-Gaeirense 0
Ansião 4-Nazarenos 2
U.Serra 2-Pedroguense 0
Biblioteca 3-Alq.Serra 2
GRAP/Pousos 0-Guiense 1
Pataiense 4-F.Vinhos 4
Marrazes 1-Boavista 0
Beneditense 2-Gaeirense 0
Ansião 4-Nazarenos 2
U.Serra 2-Pedroguense 0
Classificação
1-Beneditense 9
2- Ansião 6
3-Marrazes 6
4-U.Serra 6 (-1jogo)
5-Pataiense 5
6-Biblioteca 5
7-Alq.Serra 4
8-Gaeirense 4
9-F.Vinhos 4
10-Meirinhas 4
11-GRAP/Pousos 3
12-Nazarenos 3 (-1jogo)
13-Guiense 3
14-Pedroguense 1
15-Juncalense 1
16-Boavista 1
2- Ansião 6
3-Marrazes 6
4-U.Serra 6 (-1jogo)
5-Pataiense 5
6-Biblioteca 5
7-Alq.Serra 4
8-Gaeirense 4
9-F.Vinhos 4
10-Meirinhas 4
11-GRAP/Pousos 3
12-Nazarenos 3 (-1jogo)
13-Guiense 3
14-Pedroguense 1
15-Juncalense 1
16-Boavista 1
Talvez Camões... Assim começou o Festival de Teatro em Pombal, com uma peça simplesmente fantástica que arrebatou o público de princípio ao fim... (ver sinopse no sítio do Chapitô)"A aparente simplicidade do espectáculo é o seu grande trunfo, assente numa inteligência realmente eficaz… a aposta deste Camões ironicamente dubitativo acaba por ser ganha sem dúvidas."
Expresso
"… tudo vive do excelente trabalho dos actores. Ingrediente principal desta receita: o humor… espectáculo com frescura a toda a prova."
Correio da Manhã
"Excelente e ágil trabalho de corpo dos actores… um bom e inventivo espectáculo de teatro físico… resistindo a qualquer tipo de cristalização da convenção."
Público
O festival de Teatro continua sábado, 14 de Outubro, com um espectáculo intitulado «As Vampiras Lésbicas de Sodoma», pela Companhia Teatral do Chiado. Espectáculo para maiores de 18 anos que promete abanar um pouco aí o meio social. (ver aqui)
Dia 22 de Outubro, há teatro infantil: «Histórias de Lua e Almofada», pelo Teatro Os Papa-Léguas e no dia 28 de Outubro, creio ser a primeira actuação de Pedro Tochas com "lado B"
Subscrever:
Mensagens (Atom)
















