quarta-feira, outubro 18, 2006

Coimbra (ainda) é a referência...

Coimbra entre as 300 melhores Universidades do Mundo e a melhor de Portugal no ranking...
Ora vejam lá aqui quem é que está no nº 266?!

Leiria é a que menos recebe do PIDDAC... isto não me parece bom...

Segundo consta, a previsão de investimento do governo na região Centro, através do Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC), é de 467 milhões de euros. O distrito de Coimbra surge à cabeça com 148 milhões de euros. Já o distrito de Aveiro tem uma previsão de investimento público de 127 milhões de euros. Segue-se a Guarda com 68 milhões. A Castelo Branco são atribuídos 62 milhões e a Leiria cabem 50 milhões de euros.
" O que é o PIDDAC? O Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central, mais conhecido por PIDDAC, é um quadro de referência sobre a Despesa Pública de Investimento da Administração Central (inclui despesas de apoio ao investimento de outros sectores institucionais através de subsídios e transferências designadamente no âmbito dos “sistemas de incentivos” e de esquemas de colaboração com entidades exteriores à Administração Central). O documento que explicita o PIDDAC constitui o mapa XI do Orçamento do Estado. O mapa XI explicita a despesa total, por fontes de financiamento e por ano, a nível do programa e projecto. As principais fontes de financiamento são: o Orçamento de Estado, a Comparticipação Comunitária, e os Recursos Próprios dos Fundos e Serviços Autónomos, incluindo não só o autofinanciamento mas também o crédito contratado directamente."
Alguém viu por aí o Benfica!?

segunda-feira, outubro 16, 2006

Grandes Portugueses...

Estudo encomendado pelo ministro António Costa
Sabia que...
Sabia que as horas perdidas nas idas a tribunal custam três milhões de euros à PSP? E que há viaturas da GNR que têm de fazer 200 quilómetros para serem assistidas?
Sabia que...

A PSP pode gastar, só em idas de agentes seus a tribunal como testemunhas, 225.337 horas por ano. Isto equivale às horas de trabalho de 155 agentes e custa cerca de 3 milhões de euros em salários;Os militares da GNR chegam a ter de percorrer 200 quilómetros para substituir uma peça de automóvel, o que reflecte a enorme dispersão de serviços;
A GNR tem 16 suplementos salariais e a PSP, 17. Nesta última corporação são necessários 120 elementos para os processar nas folhas salariais;
Para entrar para a GNR é exigido apenas o 9º ano, enquanto na PSP as habilitações mínimas de ingresso são o 11º ano. Esta discrepância tem efeitos a nível de comandos: um posto da GNR pode ser comandado por um cabo com o 9º ano, enquanto que na PSP uma esquadra só pode ser comandada por um oficial licenciado;
A PSP e a GNR gastam 4 milhões de folhas de papel/ano em processos de multas, ocupando 104 pessoas polícias na secretaria. Custam 2,3 milhões de euros em salários desperdiça-se a sua formação policial, orçada em 1,4 milhões.
Estas informações constam de um estudo sobre a racionalização da PSP e da GNR, encomendado pelo ministro António Costa, a que o EXPRESSO teve acesso.

sexta-feira, outubro 13, 2006

Boa sorte míudo...


Sejas feliz ;)

Patriotismo

Lembro com alguma nostalgia o dia em que os portugueses saíram à rua vestidos de branco, chamando a atenção do mundo para a situação em Timor-Leste. Confesso a minha insensibilidade em relação à causa timorense (que os últimos acontecimentos parecem, uma vez mais, justificar). O que me tocou foi a capacidade - que até aí desconhecia - do povo português se mobilizar em redor de uma causa, de lutar por algo, de pugnar pelo que o imaginário colectivo via como "o bem", no caso ameaçado por um mal com sotaque indonésio. Anos depois, Luís Felipe Scolari usou essa característica dos portugueses e para gerar uma onda de apoio à selecção nacional de futebol. Os portugueses ficaram felizes, porque ganharam uma nova causa. E até confundiram o apoio à selecção com patriotismo - género "quem não põe bandeira na janela, não é português". Apoiar 11 homens atrás de uma bola em nome de Portugal até pode ser patriotismo. Mas o patriotismo não se esgota por aí - e por ser utilizado para causas muito mais produtivas do que rir ou chorar, de acordo com o que mostra o marcador ao fim de 90 minutos. O patriotismo pode, por exemplo, ser usado para pagar na mesma moeda às multinacionais que viram costas ao país. Não querem ficar cá? Então nós também não queremos os produtos que vocês vão fabricar noutro país qualquer.
Paulo Camacho
«Sócrates, que tem agradado a eleitores do centro-direita, arrisca-se, a prazo, a ver transferir votos para o PCP e o Bloco de Esquerda, que aliás "têm mantido boas posições nas últimas sondagens" e podem capitalizar o descontentamento popular em futuras eleições.» Pedro Correia in DN 12.10.06

terça-feira, outubro 10, 2006

Ao que um homem está sujeito. Realmente esta rapaziada dos jornais desportivos quando não tem nada para dizer... só nos surpreende: "Tonel, um central guerreiro e confiante"... está brilhante eheheh
É uma boa média (ver aqui). Um em cada três deputados italianos consome droga.
E depois queixem-se (ver aqui).
"O ministério da Agricultura revelou que a suspensão de apoios a projectos de limpeza das florestas se deve ao excesso de candidaturas."

O Cartão do cidadão...

Aí está uma das poucas medidas boas do executivo (eheheh).
O Conselho de Ministros aprovou, na sexta-feira, a Proposta de Lei que cria o Cartão do Cidadão. Este documento substitui o bilhete de identidade e os cartões de contribuinte, de eleitor, de saúde e da Segurança Social.
Como documento físico, permite ao cidadão identificar-se presencialmente de forma segura.
Como documento tecnológico, permite-lhe identificar-se perante serviços informatizados e autenticar documentos electrónicos.
O Cartão do Cidadão é um projecto dinamizador da modernização da Administração Pública.
Na sua dimensão agregadora, junta num só documento as chaves indispensáveis ao relacionamento rápido e eficaz dos cidadãos com diferentes serviços públicos.
O Cartão do Cidadão é um projecto amigo do desenvolvimento tecnológico.
Na sua vertente digital, promove o desenvolvimento das transacções electrónica dando-lhes a segurança da autenticação forte e da assinatura electrónica.
Do ponto de vista físico, o cartão do cidadão terá um formato «smart card» e substituirá os actuais bilhete de identidade, cartão do contribuinte, cartão de beneficiário da Segurança Social, cartão de eleitor e cartão de utente do Serviço Nacional de Saúde.
Do ponto de vista visual, o cartão exibirá, na frente, a fotografia e os elementos de identificação civil. No verso, terá os números de identificação dos diferentes organismos cujos cartões agrega e substitui, uma zona de leitura óptica e o chip.
Do ponto de vista electrónico, terá um chip de contacto, com certificados digitais (para autenticação e assinatura electrónica), podendo ainda ter a mesma informação do cartão físico, completada por outros dados, designadamente a morada.