segunda-feira, maio 07, 2007
sexta-feira, maio 04, 2007
Parabéns O ECO, Parabéns Pombal


Hoje, o jornal O ECO comemora os seus 75 anos. Data bonita esta, não só para o próprio jornal e seus protagonistas como também para esta Terra e estas Gentes que ao longo dos anos têm contribuido com as suas "estórias" para que este momento fosse possível. Ao assinalar 75 anos, é bom salientar que o destaque vai para a juventude. A juventude (na qual depositamos o nosso futuro) deve-nos encher de esperança e confiança. Eu confio na nossa juventude e revejo-me em todos os troféus entregues nesta noite, já que neles englobo todos os jovens que dentro ou fora do nosso concelho nos vão continuando a dar esperanças num futuro melhor.
Parabéns a "O ECO", Parabéns a Pombal...
segunda-feira, abril 30, 2007
1º de Maio: o verdadeiro Sporting-Benfica
Ontem tivémos o aquecimento. Muitos nervos à flor da pele e benfiquistas e sportinguistas perderam a oportunidade de ouro (última creio) de serem campeões esta época. Agora, todas as atenções estão viradas para o verdadeiro confronto entre águias e leões.Este confronto realiza-se em Pombal e já se tornou uma tradição que todos acarinham. Com uma equipa de arbitragem do F.C. Porto, Benfica e Sporting disputam no relvado mais um renhido troféu. Vamos ver quem sairá vencedor este ano...
Dia Nacional do Associativismo Jovem
Este foi um Congresso onde o distrito de Leiria teve uma participação altamente positiva e na qual foi aprovada a moção apresentada pela distrital e por nós defendida: "O PREÇO DE SER LARANJA… num País governado a compasso..."
Foi um fim-de-semana muito especial. Vivido intensamente, este foi um espaço e um momento muito importante para o futuro da estrutura. O Bruno e o Pedro apresentaram-se à altura das circunstâncias e estou certo que a Jota saiu a ganhar...
Foi um fim-de-semana muito especial. Vivido intensamente, este foi um espaço e um momento muito importante para o futuro da estrutura. O Bruno e o Pedro apresentaram-se à altura das circunstâncias e estou certo que a Jota saiu a ganhar...
sexta-feira, abril 20, 2007
POMBAL ROVER 07
Jornadas técnicas sobre a Família
A APEPI (Associação de Pais e Educadores para a Infância) promover as III Jornadas Técnicas, sob o mote “O Amor Feito de Cardos e Esperanças”. (ver notícia)
Um evento a não perder...
Está já a decorrer aquele que é considerado o maior evento de jovens jamais realizado em Portugal: trata-se da CAIXAFuturália - Feira da Juventude, Qualificação e Emprego. Mais de meio milhão de jovens já visitaram a Fórum Estudante, desde o início deste evento, em 1989. Esta exposição marcou toda uma geração e muitos ainda recordam a importância do Fórum Estudante na hora de escolher o seu curso.
Este fim-de-semana realiza-se, em Leiria, o IVº Congresso da Associação para o Desenvolvimento de Leiria (ADLEI), sob o lema "Inovação e Oportunidades". Vão ser abordados assuntos e problaméticas muito interessantes. Espero que saiam deste Congresso ideias que se possam tornar mais-valias para o nosso distrito. (ver notícia e programa)
sexta-feira, abril 13, 2007
quinta-feira, abril 12, 2007
Boas novas...
Eurodeputados aprovam redução do “roaming”
O Comité da Indústria e Energia da Comissão Europeia (ITRE) aprovou hoje a proposta da comissária europeia Viviane Reding, de reduzir em até 70% o custo das chamadas efectuadas em "roaming" até ao Verão deste ano.
Odete Santos "sai de cena" num clima de emoção.
Entrevista a Ségolène Royal
Entrevista à candidata do Partido socialista francês, realizada por Cécile Cornudet, Françoise Fressoz, Jean-Francis Pécresse e Dominique Seux, em Paris.quarta-feira, abril 11, 2007
A Champions já nos brindou com maravilhosos espectáculos, mas já há muito tempo que não assistiamos a um resultado tão dilatado que nos faz lembrar o futebol de outros tempos. O que é certo é que ontem o Manchester teve imparável e proporcionou-nos um dos maiores espectáculos de sempre. Por seu lado, Mourinho parece reavivar a estrelinha da sorte que o tem acompanhado e, com indiscutível mérito, irá também discutir a meia-final. Meia-final esta que conta este ano com a presença de 3 equipa inglesas (Liverpool, Manchester e Chelsea). Vamos ver como se apresenta hoje o Milan. O certo é que a Champions deu-nos, mais uma vez, a possibilidade de assistirmos a um futebol de alta qualidade, com os melhores praticantes do mundo a proporcionarem-nos momentos fantásticos. Vejam a diferença de sentimentos aqui e aqui.
A propósito da entrevista "especial" concedida hoje pelo 1º Ministro do XII Governo Constitucional. Ver aqui.
terça-feira, abril 10, 2007
segunda-feira, abril 09, 2007
Sócrates a nadar na incerteza...
Esta tem sido a polémicas dos últimos tempos. Com muita trapalhada pelo meio, lá vamos nós entretidos com o acessório distraindo do que é verdadeiramente essencial e importante para o crescimento económico-social do país. Mas isto aproveita a alguém e lança suspeitas que já deveriam estar mais que ultrapassadas.Quanto a este caso, só tenho a dizer que Sócrates não precisava nada disto. Não é por ser Dr. ou Eng. que será melhor ou pior Primeiro-Ministro, mais ou menos competente para exercer altos quadros do estado. Agora, o que é inadmissivel é que se roce a burla ou que se utilize meios fraudulentos para a obtenção de uma qualificação académica, seja quem for e seja para o que for.
Só me apetece invocar um famoso humorista da nossa praça: "Não havia necessidade".
O tema já é mesmo tema de debate televisivo. (aqui)
Regime de Saddam caiu há quatro anos
"Na foto, iraquianos pisam uma bandeira dos Estados Unidos durante uma manifestação em Najaf." in PublicoQuatro anos volvidos, os Estados Unidos vão espalhando "simpatia" pelo Oriente e com a situação interna pouco favorável ao regime republicano, as coisas não estão cada vez mais complicadas para a Administração Bush, nomeadamente no que diz respeito á sua política externa...
Já agora, podem ir acompanhando a situação aqui.
Já agora, podem ir acompanhando a situação aqui.
quinta-feira, abril 05, 2007
De volta ao mundo real...
Cheguei de uma fascinante estadia num dos locais mais "ricos" do mundo. Roma é uma autêntica cidade monumento. Quem por ali passa não pode ficar indiferente. Respira-se história naquela magnífica cidade. Aconselho vivamente a irem em Roma e poderem disfrutar de uma das mais emblemáticas capitais europeias que um dia já foi berço de uma civilização.Ainda fui a Veneza e a Florença. São sítios lindissimos todos eles, com uma riqueza arquitectónica e um património histórico-cultural invejável. Uma viagem que aconselho vivamente porque é realmente inesquecível.
Podem descobrir aqui um pouco mais do que Roma tem para se ver e apreciar.
Um último conselho: aproveitem o fenómeno "low fair" para conhecer um pouco mais da nossa história e do nosso presente. A Vuelling.com oferece cada vez mais alternativas interessantes, basta escalar em Madrid ou Barcelona. Não a desperdicem... ;)
sexta-feira, março 23, 2007
Foi dado hoje mais um importante passo no processo de Beatificaçao de Joao Paulo II. Quanto a Roma, que tal uma visitinha aqui e aqui. (depois ponho aqui umas fotozinhas)
Ciao ragazzi!!!
quarta-feira, março 21, 2007
terça-feira, março 20, 2007
Leiria no centro da polémica
Leiria no centro da polémica de uma das mais atribuladas reuniões políticas realizadas em Portugal e que se tornou num péssimo serviço prestado ao país e ao nosso sistema político. Notíciasegunda-feira, março 19, 2007
A chave do problema
Basta identificar os proprietários dos terrenos para acabar com a nebulosa que cobre a construção do novo aeroporto...A chave do problema
Um grande empreendimento lançado pelo Estado está a provocar uma forte polémica pública.
Até aqui, tudo normal.
Há opções políticas que devem merecer um debate aprofundado, com o contributo de especialistas, de forma a estudar as melhores soluções. Mas o que se está a passar com a construção do novo aeroporto da Ota é demais.
Em Portugal, o que deveria pertencer ao debate técnico e político rapidamente se está a transformar num potencial caso de polícia. Sempre que o Estado tem sob os seus ombros o peso de uma opção estratégica, seja um contrat de aquisição ou um mega projecto, mais tarde ou mais cedo surgem suspeitas aparentemente fundadas.
Basta escutar as últimas intervenções de Marques Mendes, líder do maior partido da oposição parlamentar, para poder facilmente concluir que até parece que aqui há gato escondido com rabo de fora.
A obstinação do primeiro-ministro em avançar com a obra a todo o custo, os dislates políticos doministro Mário Lino, que chegou a afirmar que a construção da Ota era um compromisso pessoal, e os estudos e mais estudos com conclusões contraditórias são factores que só servem para agravar as suspeições.
Para avançar com um investimento superior a três mil milhões de euros, fora os tradicionais aumentos de custos, é preciso saber quem ganha com a construção do novo aeroporto.
Serão os portugueses? Será uma empresa com excelentes cotações em Bolsa? Ou será que uns quantos particulares, eventualmente protegidos pela capa dos offshores, podem fazer toda a diferença?
Basta identificar os proprietários dos terrenos para acabar com a nebulosa que cobre a construção do novo aeroporto.
Sem transparência nunca poderá haver uma boa decisão sobre um investimento como o da Ota, pelo que é de saudar a recente intervenção do Presidente da República, Cavaco Silva, ainda que seja uma surpresa para a maioria.
José Sócrates tem pela frente um dossiê que lhe pode dar a verdadeira dimensão dos riscos e dos limites de uma maioria absoluta.
Afinal, em Democracia, a lei do tudo posso e mando, independentemente das suas motivações, deve merecer um escrutínio sério e implacável.
Até aqui, tudo normal.
Há opções políticas que devem merecer um debate aprofundado, com o contributo de especialistas, de forma a estudar as melhores soluções. Mas o que se está a passar com a construção do novo aeroporto da Ota é demais.
Em Portugal, o que deveria pertencer ao debate técnico e político rapidamente se está a transformar num potencial caso de polícia. Sempre que o Estado tem sob os seus ombros o peso de uma opção estratégica, seja um contrat de aquisição ou um mega projecto, mais tarde ou mais cedo surgem suspeitas aparentemente fundadas.
Basta escutar as últimas intervenções de Marques Mendes, líder do maior partido da oposição parlamentar, para poder facilmente concluir que até parece que aqui há gato escondido com rabo de fora.
A obstinação do primeiro-ministro em avançar com a obra a todo o custo, os dislates políticos doministro Mário Lino, que chegou a afirmar que a construção da Ota era um compromisso pessoal, e os estudos e mais estudos com conclusões contraditórias são factores que só servem para agravar as suspeições.
Para avançar com um investimento superior a três mil milhões de euros, fora os tradicionais aumentos de custos, é preciso saber quem ganha com a construção do novo aeroporto.
Serão os portugueses? Será uma empresa com excelentes cotações em Bolsa? Ou será que uns quantos particulares, eventualmente protegidos pela capa dos offshores, podem fazer toda a diferença?
Basta identificar os proprietários dos terrenos para acabar com a nebulosa que cobre a construção do novo aeroporto.
Sem transparência nunca poderá haver uma boa decisão sobre um investimento como o da Ota, pelo que é de saudar a recente intervenção do Presidente da República, Cavaco Silva, ainda que seja uma surpresa para a maioria.
José Sócrates tem pela frente um dossiê que lhe pode dar a verdadeira dimensão dos riscos e dos limites de uma maioria absoluta.
Afinal, em Democracia, a lei do tudo posso e mando, independentemente das suas motivações, deve merecer um escrutínio sério e implacável.
Rui Costa Pinto, hoje, na Visão
Para não haver enganos ;)
O Conselho de Ministros aprovou um Decreto-Lei bastante interessante e muito importante para quem g
osta de viajar, no qual se estabelecem os termos em que a obrigação de indicação das tarifas do transporte aéreo deve ser cumprida.
Estabelece-se que o preço total do transporte aéreo deve incluir, para além do valor das tarifas, todos os impostos, taxas e outros encargos que nele sejam repercutidos, de modo a assegurar ao consumidor uma informação clara, adequada e inequívoca sobre o preço do serviço que lhe permita comparar os preços e as condições de oferta. As tarifas devem exprimir o preço, expresso em euros ou na moeda local, a ser pago pelos passageiros às transportadoras aéreas ou seus agentes pelo respectivo transporte e da sua bagagem por meio de serviços aéreos, assim como todas as condições de aplicação desses preços, incluindo o pagamento e as condições oferecidas às agências e outros serviços auxiliares.
Relativamente à mensagem publicitária, estabelece-se que toda a publicidade que faça referência a tarifas de transporte aéreo deve indicar o preço total a pagar pelo consumidor, incluindo as taxas, sobretaxas, impostos e outros encargos bem como mencionar que a comercialização da tarifa mais baixa anunciada está sujeita à existência de lugares disponíveis. A publicidade deve ainda indicar, de forma bem visível, clara e inequívoca, se o preço se refere à viagem de ida ou de volta ou à viagem de ida e volta.
osta de viajar, no qual se estabelecem os termos em que a obrigação de indicação das tarifas do transporte aéreo deve ser cumprida.Estabelece-se que o preço total do transporte aéreo deve incluir, para além do valor das tarifas, todos os impostos, taxas e outros encargos que nele sejam repercutidos, de modo a assegurar ao consumidor uma informação clara, adequada e inequívoca sobre o preço do serviço que lhe permita comparar os preços e as condições de oferta. As tarifas devem exprimir o preço, expresso em euros ou na moeda local, a ser pago pelos passageiros às transportadoras aéreas ou seus agentes pelo respectivo transporte e da sua bagagem por meio de serviços aéreos, assim como todas as condições de aplicação desses preços, incluindo o pagamento e as condições oferecidas às agências e outros serviços auxiliares.
Relativamente à mensagem publicitária, estabelece-se que toda a publicidade que faça referência a tarifas de transporte aéreo deve indicar o preço total a pagar pelo consumidor, incluindo as taxas, sobretaxas, impostos e outros encargos bem como mencionar que a comercialização da tarifa mais baixa anunciada está sujeita à existência de lugares disponíveis. A publicidade deve ainda indicar, de forma bem visível, clara e inequívoca, se o preço se refere à viagem de ida ou de volta ou à viagem de ida e volta.
Aquilino Ribeiro com honras de Panteão
Pode ler-se hoje no Diário da RepúblicaResolução da Assembleia da República nº 11/2007
A Assembleia da República resolve: 1—Homenagear a memória do escritor Aquilino Ribeiro e conceder aos seus restos mortais as honras de Panteão Nacional. 2—Constituir uma comissão, composta por representantes de cada grupo parlamentar, com a incumbência de determinar a data, definir e orientar o programa de trasladação. 3—Mandatar o Presidente da Assembleia da República para, ouvida a comissão referida no n.o 2, designar um grupo de trabalho com a finalidade de assegurar a execução da trasladação, em articulação com as demais entidades públicas envolvidas.Aprovada em 8 de Março de 2007.
O Presidente da Assembleia da República,
Jaime Gama.
O Presidente da Assembleia da República,
Jaime Gama.
quarta-feira, março 14, 2007
terça-feira, março 13, 2007
Leiria ultrapassa os mil atletas federados

É bom vermos que no distrito nem só o Futebol é desporto...
"É com grande satisfação e orgulho que a Associação Distrital de Atletismo de Leiria regista ser, neste momento, a Associação do país com mais atletas filiados na Federação Portuguesa de Atletismo: Mil e vinte sete. No Press Release em anexo poderão saber mais em pormenor sobre esta notícia, nomeadamente o facto de termos ultrapassado o recorde de atletas federados da passada época e a sua distribuição pelos concelhos do distrito de Leiria. Solicitamos a vossa atenção para o mesmo e a sua divulgação.
"É com grande satisfação e orgulho que a Associação Distrital de Atletismo de Leiria regista ser, neste momento, a Associação do país com mais atletas filiados na Federação Portuguesa de Atletismo: Mil e vinte sete. No Press Release em anexo poderão saber mais em pormenor sobre esta notícia, nomeadamente o facto de termos ultrapassado o recorde de atletas federados da passada época e a sua distribuição pelos concelhos do distrito de Leiria. Solicitamos a vossa atenção para o mesmo e a sua divulgação.
Com os Melhores Cumprimentos
Carlos Carmino
(DTR da ADAL)
Segundo os dados da Federação Portuguesa de Atletismo (FPA) do final do mês de Fevereiro, Leiria é a Associação do país com mais atletas inscritos, 1.027, mais vinte que no final da época passada (Julho de 2006). Seguem-se as Associações de Aveiro com 946, depois Lisboa, totalizando 931 atletas filiados até 28 de Fevereiro. A FPA traçou como objectivo para o final da presente época ultrapassar os 13.000 atletas.quarta-feira, março 07, 2007
segunda-feira, março 05, 2007
Portugal entrega programas operacionais
Já vamos em Março e só agora é que vamos discutir os programas operacionais referentes ao novo e último quadro de apoio comunitário. O Quadro de Referência Estratégica Nacional 2007-2013 já vai começar tarde. Há muitas coisas que não têm corrido bem desde o seu inicio, o que nos coloca uma preocupante inquietação: é que se não conseguirmos aproveitar estes apoios para promover o verdadeiro desenvolvimento económico-social (integrado) do nosso país... é a última oportunidade que temos! Sabemos que a má utilização dos fundos comunitários têm muita responsabilidade nos sucessivos executivos governamentais mas não podemos desperdiçar esta última oportunidade e esperemos que o velho ditado "pau que nasce torto tarde ou nunca se endireita" não tenha aqui aplicabilidade... A propósito vejam o parecer crítico mas muito interessante do Conselho Económico Social.O vencedor derrotado

Uma visão diferente de um colunista do DE:
"Permitam-me ir contra o senso comum da nossa sociedade e eleger como o grande vencedor da OPA morta na sexta-feira Paulo Azevedo.
Não é brincadeira. Nem qualquer preocupação interesseira com as receitas publicitárias do Diário Económico. É uma preocupação interessada, sim, mas com o futuro de Portugal. E o interesse de Portugal é que se premeie quem arrisca, independentemente do resultado final. Paulo Azevedo arriscou. Tem, por isso, um lugar na galeria dos vencedores.
“O direito a falhar empresarialmente é fundamental para que existam empreendedores,” escrevia há tempos Paulo Soares de Pinho, distinto economista da Universidade Nova, em artigo de opinião publicado neste jornal. Em Portugal, passa-se precisamente o contrário, e as próprias estruturas do Estado castigam financeiramente quem falha. “O país dá assim um sinal claro aos agentes: enquanto um funcionário público incompetente nunca é despedido e vai sendo promovido por antiguidade, um empresário propenso ao risco a quem o azar bata à porta fica com o nome ‘manchado’ e inibido de recomeçar”.
Paulo Azevedo escolheu não adoptar o padrão do funcionário público, nem o protótipo do filho mimado do milionário. Perdeu uma guerra. Resta-lhe levantar-se e ir em busca da próxima. Reforçado por tudo o que certamente terá aprendido com os erros cometidos, e foram alguns.
Já se sabe que, independentemente da derrota, a Sonaecom ganha um mercado mais aberto onde lhe será mais fácil lutar por uma quota de mercado mais elevada. Ganha igualmente, por direito próprio, um lugar de honra como um dos grandes empresários nacionais. Mas estes ganhos são diminutos quando comparados com o que o país terá a ganhar se todos – enfim, se alguns – dos nossos empreendedores seguirem o exemplo de Paulo Azevedo e não tiverem medo de arriscar. De perder. E de, ainda assim, serem vencedores. "
"Permitam-me ir contra o senso comum da nossa sociedade e eleger como o grande vencedor da OPA morta na sexta-feira Paulo Azevedo.
Não é brincadeira. Nem qualquer preocupação interesseira com as receitas publicitárias do Diário Económico. É uma preocupação interessada, sim, mas com o futuro de Portugal. E o interesse de Portugal é que se premeie quem arrisca, independentemente do resultado final. Paulo Azevedo arriscou. Tem, por isso, um lugar na galeria dos vencedores.
“O direito a falhar empresarialmente é fundamental para que existam empreendedores,” escrevia há tempos Paulo Soares de Pinho, distinto economista da Universidade Nova, em artigo de opinião publicado neste jornal. Em Portugal, passa-se precisamente o contrário, e as próprias estruturas do Estado castigam financeiramente quem falha. “O país dá assim um sinal claro aos agentes: enquanto um funcionário público incompetente nunca é despedido e vai sendo promovido por antiguidade, um empresário propenso ao risco a quem o azar bata à porta fica com o nome ‘manchado’ e inibido de recomeçar”.
Paulo Azevedo escolheu não adoptar o padrão do funcionário público, nem o protótipo do filho mimado do milionário. Perdeu uma guerra. Resta-lhe levantar-se e ir em busca da próxima. Reforçado por tudo o que certamente terá aprendido com os erros cometidos, e foram alguns.
Já se sabe que, independentemente da derrota, a Sonaecom ganha um mercado mais aberto onde lhe será mais fácil lutar por uma quota de mercado mais elevada. Ganha igualmente, por direito próprio, um lugar de honra como um dos grandes empresários nacionais. Mas estes ganhos são diminutos quando comparados com o que o país terá a ganhar se todos – enfim, se alguns – dos nossos empreendedores seguirem o exemplo de Paulo Azevedo e não tiverem medo de arriscar. De perder. E de, ainda assim, serem vencedores. "
Pedro Marques Pereira
quarta-feira, fevereiro 28, 2007
Estudantes do Secundário promovem dia de luta

Nem sempre estas manifestações têm o objectivo desejado. Primeiro acho saudável que os estudantes não se sintam acomodados e sejam reivindicativos. Reivindicativos no sentido de assim ajudarem a promover uma melhoria real das condições de ensino e aprendizagem. Agora esta reivindicação não pode roçar o fanatismo nem pode ser um dado adquirido e constante com carácter periódico como sucede na nossa querida Coimbra.
Há que exigir mais e melhor, mas os problemas da Educação no nosso País não estão nem nos exames nacionais nem nas aulas de subsituição. Para além do nosso modelo do ensino secundário e superior dever ser todo ele repensado, o nosso grande problema nem sempre está no que temos mas na forma como o temos. As aulas de substituição até poderiam ter sido uma mais-valia se implementadas de um forma mais correcta. Os exames nacionais criam uma cultura de exigência que não deve ser preterida mas não devem ser elementos castradores do futuro de tantos jovens que num "mau" dia deitam a perder doze anos de estudo...
Há coisas a pensar e a remodelar... agora, para sermos ouvidos é preciso termos alguma coisa para dizer ;)
Benfica, Fevereiro 28 1904
"Tudo começou no ano de 1904, na Rua Direita em Belém. Existia uma farmácia que tinha o nome de "Farmácia Franco". Alguns andares acima dessa farmácia, viviam algumas famílias que gostavam bastante de futebol (recorde-se que nessa altura, todos os termos eram ingleses, daí a designação Sport Lisboa e Benfica). Entre essas famílias, estavam os irmãos "Catataus" que decidiram formar um clube com sede na "Farmácia Franco". Os membros que formavam o clube (designado Clube Sport Lisboa) eram (por ordem alfabtica): Abílio Meireles, António Rosa Rodrigues, Cândido Rosa Rodrigues, Carlos França, Eduardo Corga, Francisco Reis, Jorge Sousa, Jorge Afra, José Linhares, Manuel França, Raul Empis e Virgílio Cunha. Daniel Santos Brito era o secretário, Manuel Goularde o tesoureiro e José Rosa Rodrigues o presidente. As camisolas já eram vermelhas e o símbolo do clube era um igual ao actual símbolo do Benfica (retirando a roda tinha escrito "S.L." no lugar de "S.L.B."). O primeiro jogo público foi realizado no dia 1 de Janeiro de 1905 em que o Sport Lisboa defrontava o Campo de Ourique num terreno das Salésias. O Sport Lisboa venceu por 1-0. Mas o Sport Lisboa não se destacava só no futebol mas também no ciclismo. Em 1907, sem campo próprio, o Grupo Sport Lisboa entrava em colapso, perdendo vários atletas para o Sporting. Parecia o fim de uma bonita aventura, mas... a solução estava ali perto, em Benfica, mas ainda, na Quinta da Feiteira, onde existia um campo que pertencia ao Sport Clube de Benfica, fundado em 1906. Como o Clube Sport Lisboa tinha os jogadores e o Sport Clube de Benfica tinha o campo, fundiram-se os dois clubes, formando o SPORT LISBOA E BENFICA. Vermelho e branco seriam as cores, fruto de uma ideia do Major José da Cruz Viegas, depois de consultar um catálogo de uma fábrica inglesa."terça-feira, fevereiro 27, 2007
Urgências
A crise que esmaga as populações está aí pujante e diabólica e começam a surgir os sinais de inquietação.O Governo resistiu ao protesto contra o encerramento das maternidades, mas já não teve fôlego para aguentar a onda de indignação que provocou a rebelião de várias vilas e cidades. Fez bem em ceder. Aquilo que se está a pedir aos portugueses é já um esforço tão grande, que tem motivado alguns protestos mas, no essencial, tem merecido a compreensão do País, que com mais esta medida, mal explicada possivelmente porque não tem explicação, fez saltar para a rua milhares de pessoas. Foi inteligente Correia de Campos ao recuar. A crise que esmaga as populações está aí pujante e diabólica e começam a surgir os sinais de inquietação. O desemprego é avassalador, a ruína e falência das empresas é galopante, os salários não acompanham a loucura dos preços, que o impacto do preço dos combustíveis tem acelerado, a perseguição fiscal perdeu as estribeiras, o primeiro emprego para jovens licenciados é cada vez mais uma utopia, ou um pesadelo, e a emigração aumentou, os serviços de assistência social são cada vez mais carentes, a escola, no seu conjunto, vive uma das maiores crises da sua história.
O Governo tem respondido com algumas acções, muita propaganda e repetidas hesitações. A Ota, aeroporto anunciado com grande pompa e circunstância e que poderia ser uma alavanca para reanimar o sector de construção, marca passo. Por cada notícia garantindo que vai em frente sai outra a informar que são precisos mais estudos. A decisão de pagamento da portagem das Scut, anunciada como a reposição da justiça, é adiada e a empresa Estradas de Portugal, sufocada por indemnizações e subsídios, praticamente parou. O TGV ainda não é uma certeza em toda a extensão planeada, os tribunais continuam atulhados de processos, as autarquias arruinadas e não se ouvem medidas que, por um lado, emagreçam o peso da burocracia do Estado mas que, por outro, incrementem o investimento, a expectativa de um futuro menos inquieto.
São muitas urgências que hoje se colocam ao Governo. Não basta uma Comunicação Social em grande medida domesticada e servil, uma estratégia de propaganda meticulosamente trabalhada. A gravidade da situação é cada vez maior e pesem os louvores, muitos deles porque não se vê alternativa à vista, é urgente a tomada de decisões que garantam que os sacrifícios de hoje têm uma recompensa amanhã. Não é possível pedir tanto a tantos em troca de coisa nenhuma. É que a tolerância tem limites e aquilo que agora se passou com as Urgências hospitalares é a prova provada de que não é possível fazer o que se quer. Nem as maiorias absolutas salvam um governo quando a injustiça emerge.
Estamos na véspera de um novo Quadro de Apoio da União Europeia. É o último e, possivelmente, a última oportunidade de Portugal poder arrancar definitivamente para patamares de desenvolvimento de maior competitividade. Tem de ser agora ou, então, não existem indignações que nos valham. Já não resta muito tempo para a propaganda e para o tacticismo político. Para a mediocridade institucionalizada e para a ignorância engravatada. Começa a ser urgente saber que existe um futuro de confiança para o País. Afinal de contas, para todos nós.
O Governo tem respondido com algumas acções, muita propaganda e repetidas hesitações. A Ota, aeroporto anunciado com grande pompa e circunstância e que poderia ser uma alavanca para reanimar o sector de construção, marca passo. Por cada notícia garantindo que vai em frente sai outra a informar que são precisos mais estudos. A decisão de pagamento da portagem das Scut, anunciada como a reposição da justiça, é adiada e a empresa Estradas de Portugal, sufocada por indemnizações e subsídios, praticamente parou. O TGV ainda não é uma certeza em toda a extensão planeada, os tribunais continuam atulhados de processos, as autarquias arruinadas e não se ouvem medidas que, por um lado, emagreçam o peso da burocracia do Estado mas que, por outro, incrementem o investimento, a expectativa de um futuro menos inquieto.
São muitas urgências que hoje se colocam ao Governo. Não basta uma Comunicação Social em grande medida domesticada e servil, uma estratégia de propaganda meticulosamente trabalhada. A gravidade da situação é cada vez maior e pesem os louvores, muitos deles porque não se vê alternativa à vista, é urgente a tomada de decisões que garantam que os sacrifícios de hoje têm uma recompensa amanhã. Não é possível pedir tanto a tantos em troca de coisa nenhuma. É que a tolerância tem limites e aquilo que agora se passou com as Urgências hospitalares é a prova provada de que não é possível fazer o que se quer. Nem as maiorias absolutas salvam um governo quando a injustiça emerge.
Estamos na véspera de um novo Quadro de Apoio da União Europeia. É o último e, possivelmente, a última oportunidade de Portugal poder arrancar definitivamente para patamares de desenvolvimento de maior competitividade. Tem de ser agora ou, então, não existem indignações que nos valham. Já não resta muito tempo para a propaganda e para o tacticismo político. Para a mediocridade institucionalizada e para a ignorância engravatada. Começa a ser urgente saber que existe um futuro de confiança para o País. Afinal de contas, para todos nós.
Francisco Moita Flores
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