terça-feira, junho 05, 2007

domingo, junho 03, 2007

A ferro e fogo...

Não, não foi na América Latina. Foi mesmo no norte do velho continente que um árbitro, de seu nome Herbert Fandel, é agredido (no último minuto do tempo regulamentar) por um adepto da equipa da casa.
Mais uma situação que merece uma atitude reflexiva por parte dos responsáveis pela modalidade.Já são problemas a mais vindos das bancadas... (ver artigo)

A propósito de mitos...

Ligações...

Tem toda a lógica e faz todo o sentido a A1 estar ligada com a A8 (ver artigo)

De vento em popa...

Mais um recorde para Vanessa Fernandes. Hoje, venceu a etapa de Madrid da Taça do Mundo de triatlo, alcançando uma inédita sequência de cinco vitórias consecutivas na mesma prova, e a 16ª na sua carreira. O terceiro triunfo do ano permite-lhe ampliar a vantagem na liderança do ranking mundial de 2007 e conquistar mais um recorde mundial. JF

Preocupante...

Mas haverá por aí alguém que me explique como será possível tanto convencimento quando não se encontra um professor satisfeito, motivado, convicto? Ver artigo

Concordo...

Revolução (mais uma) na Académica...

"Depois de ter recebido 18 jogadores novos em 2006/07, eleva-se já a 13 o número de jogadores que saíram da Briosa e os números podem não ficar por aqui."
A Académica/OAF preecisa de definir muito bem qual é io rumo que quer dar à sua equipa sénior de futebol profissional. Não me aprece que a política seguida nos últimos anos seja a mais correcta e a que melhires resultados traz para a insituição. O clube que era o dos estudantes deixa de o ser cada vez mais, mas são riscos que se correm pelo nível de exigência que se atinge, agora todos os anos uma equipa nova, com tantas indefinições e incertezas... e lá andamos nós nas últimas a lutar pra não descer... ver artigo

Quem paga a a Ota!?

O Governo tem tentado passar a ideia de que o futuro aeroporto da Ota será um empreendimento essencialmente privado com uma contribuição do Estado português de apenas 10%. Mas por detrás de um aparente investimento privado estão custos ocultos que o tornam num investimento essencialmente público. A maior parte da contribuição do Estado será feita através de contrapartidas não financeiras cujo valor ultrapassa em muito os 10% anunciados pelo Governo. Em troca da construção da Ota por entidades privadas, o Governo pretende oferecer a desactivação da Portela, os acessos rodoviários ao aeroporto, um shuttle para ligar a Ota a Lisboa em 20 minutos, um terminal de TGV, parte do capital da ANA (empresa pública gestora dos aeroportos), fundos comunitários que poderiam ser aplicados noutros projectos, o monopólio sobre todos os aeroportos de Portugal continental e a concessão da Ota por dezenas de anos. João Miranda